
Detalhes do projeto
| CATEGORIA: | Pedreira de areia, extração, fornecimento de agregados e materiais a granel |
| LOCAL: | Wimauma, Flórida, EUA |
| PRODUTO: | 2 x LVS-3BMF |
| SITE: | www.tampabaydirt.com |
Precisão e produtividade nas da Flórida
Para Jackson Taunton, da Razorback Mining, o Loadscan Load Volume Scanner (LVS) não é só uma ferramenta — é a espinha dorsal das operações precisas e eficientes nas duas movimentadas pedreiras da empresa em Waimauma, na Flórida, EUA.
Localizados a pouco mais de uma milha um do outro, no sudeste do condado de Hillsborough, os dois locais fornecem uma variedade de materiais para empreendimentos comerciais, infraestrutura e grandes projetos do FDOT (Departamento de Transportes da Flórida).
A Razorback vem usando a tecnologia Loadscan há bem mais de uma década, desde uma pedreira anterior, muito antes da inauguração das instalações atuais. “Quando abrimos essa pedreira, não tinha muito o que pensar”, diz Jackson. “Os donos queriam usar a Loadscan, só pela simplicidade e porque já estavam acostumados com ela.”
Essa decisão valeu a pena — dia após dia.
Precisão sem ter que adivinhar
Um dos maiores pontos positivos que o Jackson destaca no sistema Loadscan é a capacidade dele de medir os volumes reais de carga, sem que o teor de umidade distorça os números.
“Uma das maiores vantagens disso é que ele não mede o peso da água presente no material.
“Quando você sai daqui com 17 jardas de tecido, você leva mesmo 17 jardas de tecido e não paga nada a mais pelo peso da água”, explica ele. Isso é fundamental no clima da Flórida, onde as chuvas podem adicionar centenas de libras a uma carga.
Usar o Loadscan LVS dá a ele o controle necessário para evitar esses erros que saem caros, monitorando os volumes em tempo real diretamente pelo sistema MyScanner da Loadscan, que ele pode acessar no celular.
Rápido, eficiente e transparente
A capacidade de processamento é outra grande vantagem, já que o Razorback consegue processar, em média, de 55 a 60 caminhões por hora no scanner.
“Teoricamente, desde que as informações dos motoristas estejam corretas, podemos despachar um caminhão em 50 segundos, desde o momento em que ele passa pelo scanner até sair da área, e então começar a despachar o próximo”, diz Jackson.
Essa velocidade é fundamental nos momentos de pico de demanda. Durante duas semanas especialmente movimentadas recentemente, a Razorback transportou uma média de 11.000 jardas por dia — mais de 600 caminhões por dia. Desde então, eles ainda estão transportando, em média, entre 6.500 e 7.000 jardas por dia.
“Este ano tem sido realmente excepcional até agora”, diz Jackson. “Depende do dia, mas, em média, estamos atendendo provavelmente entre 350 e 450 caminhões por dia.”
O LVS também facilita a emissão de faturas e a conciliação. Os comprovantes são impressos em triplicata — dois para o motorista e um para os registros da Razorback — e os dados são baixados diariamente para o Excel, facilitando a integração com o software de contabilidade. Os clientes recebem relatórios detalhados, o que permite que eles comparem com seus próprios registros de comprovantes.
“Uma das vantagens é que o cliente tem a chance de comparar a planilha do Excel com os bilhetes que realmente recebeu”, explica Jackson. “Se estiverem faltando bilhetes, eles ligam pra gente e pedem, ou, se a gente tiver cobrado o caminhão errado no lugar errado, eles percebem isso também, e a gente faz a correção.”
Tecnologia confiável e que exige pouca manutenção
Ao contrário das balanças ou de uma ponte-báscula, as unidades Loadscan LVS não precisam de calibração constante.
“A maior vantagem disso em relação à balança é que não precisamos calibrar”, diz Jackson. “Dá pra perceber se tem algo errado quando começamos a receber mensagens de erro de leitura com bastante frequência; então, recuamos a unidade um pouco antes de ela chegar ao scanner, colocamos tudo de volta dentro das tolerâncias e simplesmente continuamos.”
“É bem simples”, diz Jackson. “Quando a gente sai dos limites de tolerância, a gente simplesmente conserta e segue em frente.”
Até mesmo os hábitos dos motoristas são levados em conta, já que alguns tentam passar pelo scanner com lonas cobrindo suas cargas.
“A leitura muda quando a lona está fechada, mas em 99% das vezes aparece uma discrepância e, na maioria das vezes, a leitura sai errada”, diz Jackson.
Feito para operações exigentes
Os clientes da Razorback vão desde empresas de transporte rodoviário até incorporadoras, e a flexibilidade do Loadscan ajuda a atender às suas diversas necessidades. Alguns motoristas são pagos por jarda, outros por hora e outros ainda por um valor fixo — mas, em todos os casos, a medição precisa do volume da carga garante que tudo seja justo e consistente.
Essa precisão também protege a empresa. Com o LVS, a Jackson consegue comparar, com confiança, as medidas no pátio no final do mês com os registros financeiros.
“Posso pegar o relatório do Loadscan e verificar o total de jardas e o volume, e depois fazer uma reconciliação com o nosso sistema contábil. O nosso sistema contábil também mostra as jardas e o valor em dólares, então posso comparar os dois.”
É esse tipo de clareza operacional que faz do Loadscan mais do que apenas uma ferramenta de medição — ele é um facilitador de produtividade e uma garantia tanto para a Razorback quanto para seus clientes.
Mais do que só um scanner
Jackson e a equipe da Razorback não veem o LVS apenas como mais um equipamento — é uma solução que mantém a operação em andamento, garante que os clientes recebam exatamente o que pagaram e elimina as incertezas de uma das fases mais críticas do processo.
“Acho que é um sistema ótimo”, diz ele. “O Loadscan me dá a visibilidade de que preciso para ficar por dentro de tudo.”
Num setor em que tanto a precisão quanto a velocidade afetam diretamente a lucratividade, o investimento da Razorback no Loadscan continua a mostrar seu valor todos os dias — carga após carga, caminhão após caminhão.
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